Vacina em novembro? “Não é uma coisa educativa para a verdade”

Paulo Portas sublinhou que os prazos dos projetos chineses e euro-americanos para a vacina contra a Covid-19 têm início do “processo aprovatório afixado para o fim do ano”.

aulo Portas fez, este domingo, um ponto de situação sobre o estado de desenvolvimento das principais vacinas que estão a ser desenvolvidas no mundo para travar a Covid-19.

No seu espaço de comentário semanal na TVI, o ex-presidente do CDS sublinhou que é inverosímil esperar a distribuição de uma vacina antes do próximo ano: “Dizer que vamos ter uma vacina em novembro não é uma coisa educativa para a verdade”.

Recordando que apesar de “estarmos a entrar na final do desenvolvimento de várias vacinas”, Paulo Portas argumentou que os prazos dos projetos chineses e euro-americanos para a vacina têm o início do “processo aprovatório afixado para o fim do ano”.

“As duas principais vacinas chinesas, a Sinovac e a Sinopharm, comunicaram mais informação recentemente à Organização Mundial de Saúde, mas ainda não terminaram a fase 3 e a vacina de Oxford entregou os primeiros resultados da mesma fase à Agência Europeia de Medicamentos, portanto vai um bocado à frente”, denotou também o antigo ministro.

O comentador lembrou ainda que, depois das vacinas serem aprovadas, “é preciso produzir em massa e organizar a distribuição”, sustentando, novamente, que o momento da toma da primeira dose da vacina contra o novo vírus pela população ainda está longe.

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