Sociedade civil pede mais acções para consolidar empoderamento da mulher

, destaca os avanços que vêm sendo registados no país, no que diz respeito à participação política da mulher e defende que o ritmo em curso deve “servir como oportunidade para um maior compromisso rumo à paridade do género nos espaços políticos democráticos e nos fóruns públicos e privados de tomada de decisão”.

Através de um comunicado de imprensa recebido na nossa redacção, aquela organização recorda que “o ranking global sobre igualdade de género divulgado no mês de Março, pelo Fórum Económico Mundial, coloca Moçambique na posição 32 numa lista de 156 países, contra a posição 56 no índice de 2020, o que representa uma subida de 24 posições”.

O mesmo índice indica que, ao nível do continente africano, Moçambique faz parte dos cinco países melhor posicionados, ocupando a quarta posição, o que reflecte “o aumento de mulheres no Parlamento que passou de 37 por cento na VIIIa legislatura para 42 por cento na IXa legislatura, bem como a nomeação pelo Presidente da República de um total de 10 mulheres ministras no actual Governo, correspondentes a 47,6%”.

Ainda assim, a academia alerta para a necessidade de se definirem mecanismos para consolidar estes ganhos através de adopção de políticas que venham a contribuir de forma efectiva para a equidade do género nos diferentes órgãos eleitos e de nomeação.

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