Educação recebe 10 milhões de euros da Finlândia anualmente

Sector da educação recebe, anualmente, cerca de 10 milhões de euros da Finlândia, o que representa 70 por cento do apoio total que o país europeu disponibiliza para Moçambique.

A educação é das áreas de desenvolvimento, que constitui prioridade dos Governos.

E da cooperação que o Moçambique tem com a Finlândia, o país europeu desembolsa, anualmente, 15 milhões de euros em apoio, dos quais 70 por cento vão para o sector da educação segundo a embaixadora daquele país em Moçambique Laura Tórvinen

“Canalizamos mais ou menos 10 milhões de euros. Em termos gerais disponibilizamos 15 milhões de euros para todos sectores, em que estamos envolvidos, mas 10 vão para o sector da educação, com destaque para o ensino primário”, disse a diplomata.

A embaixadora referiu que como resultado da cooperação, aumentou o acesso a educação às crianças e principalmente às raparigas, a implementação do ensino bilingue e a formação de professores.

Apesar do ensino primário ser prioridade, a Finlândia tem ainda apoiado o ensino superior em programas de formação de docentes e investigação, as Universidades Pedagógica e Eduardo Mondlane.

Assuntos políticos, governação e relações comerciais são também parte da cooperação bilateral.

“Trabalhamos com a Assembleia da República, principalmente na área de governação dos recursos naturais, trabalhamos com o Ministério das Finanças na área de investigação de políticas económicas, investigação em relação a pobreza e neste programa trabalhamos com a Universidade Eduardo Mondlane e com o Instituto de Estudos Sociais e Económicos e estamos a começar, agora, um programa na área de fiscalização”, mencionou Tórvinen.

Sobre o Impacto da COVID-19 na educação a embaixadora entende que é preciso salvaguardar a saúde de alunos, professores e encarregados de educação criando condições seguras, para a retoma às aulas.

A Embaixadora da Finlândia em Moçambique, regressou este sábado ao seu país, depois de quatro anos de trabalho em Moçambique.

Entretanto, avança que estão a ser preparados, para os próximos quatro anos, novos programas de apoio, principalmente para as áreas de educação e boa governação.

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