Convocatória dos Mambas dependente dos testes da COVID-19 nos clubes do Moçambola

Tal não aconteceu na sexta-feira e nem neste início da semana por motivos de organização, nomeadamente o facto dos jogadores dos clubes que disputam o Moçambola terem sido submetidos a testes de despiste do novo Coronavírus, para avaliar o seu estado sanitário para autorização ao retorno aos treinos. Por esse motivo a divulgação foi suspensa, esperando pelos resultados dos testes realizados pelos jogadores, 32 deles que constam da lista de Luís Gonçalves para esse estágio.

Ou seja, em caso de resultados animadores e autorização para retorno aos treinos, o estágio interno ficaria sem afeito, seguindo os trabalhos nos clubes, e caso não haja autorização, o estágio iria continuar.

Mas não é só esse motivo. Ainda faltava a aprovação do presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, ao plano apresentado pelo seleccionador nacional para o referido estágio, tendo em conta que todos os jogadores teriam que estar no mesmo lugar, para melhor controlo epidemiológico da COVID-19 nos jogadores, equipa técnica e todo staff. Sem esta aprovação não haveria espaço para início do estágio e muito menos para a divulgação dos convocados, com a data do início do mesmo.

Recorde-se que o seleccionador nacional mostrou-se preocupado com a suspensão do Moçambola, tendo em conta que alguns jogadores que compõem a selecção nacional são os que actuam em clubes do Moçambola, podendo ser a base para os dois confrontos que faltam no grupo F de qualificação ao CAN dos Camarões, nomeadamente frente a Ruanda e Cabo Verde. É que há possibilidade de alguns jogadores que actuam na Europa não serem dispensados para os Mambas, de acordo com as novas regras da FIFA, de prevenção da COVID-19, caso os mesmos jogadores tenham que depois cumprir um período de quarentena, que pode prejudicar os clubes europeus.

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